quarta-feira, 23 de abril de 2014

A vida nunca mais foi igual...

 Há 19 anos a nossa vida mudou. De uma assentada, fui brindada pela vida e aconcheguei 2 bebés no regaço. Houve logo espaço para ambos,  como houve tempo para tratar de febres a dobrar, de vomitados no mesmo instante, de operações aos adenóides em dose dupla...e houve sorrisos e abraços e gargalhadas e conquistas que duplamente nos encheram de felicidade. Ter gémeos é isto e muito mais. Passaram 19 anos a voar. Os bebés viraram gente, tornaram-se adultos com voz ativa, com opiniões formadas, cheios de certezas próprias de uma fase da vida em que tudo tem que ser como imaginamos. Em pequenos passos, foram vencendo desafios pela mão um do outro, com desavenças e competição à mistura mas com uma cumplicidade que nem sempre é visível mas que está lá. Se voltasse atrás e pudesse escolher, quereria novamente para mim esta alegria de ser mãe em dobro, que tanto exigiu de nós mas que nos deu tantas recompensas. E voltaria a rir á gargalhada, tal como fiz quando o medico me disse com um sorriso "quer mesmo saber o que vai ter? Parabéns, são dois!"

A vida nunca mais foi igual...

 Há 19 anos a nossa vida mudou. De uma assentada, fui brindada pela vida e aconcheguei 2 bebés no regaço. Houve logo espaço para ambos,  como houve tempo para tratar de febres a dobrar, de vomitados no mesmo instante, de operações aos adenóides em dose dupla...e houve sorrisos e abraços e gargalhadas e conquistas que duplamente nos encheram de felicidade. Ter gémeos é isto e muito mais. Passaram 19 anos a voar. Os bebés viraram gente, tornaram-se adultos com voz ativa, com opiniões formadas, cheios de certezas próprias de uma fase da vida em que tudo tem que ser como imaginamos. Em pequenos passos, foram vencendo desafios pela mão um do outro, com desavenças e competição à mistura mas com uma cumplicidade que nem sempre é visível mas que está lá. Se voltasse atrás e pudesse escolher, quereria novamente para mim esta alegria de ser mãe em dobro, que tanto exigiu de nós mas que nos deu tantas recompensas. E voltaria a rir á gargalhada, tal como fiz quando o medico me disse com um sorriso "quer mesmo saber o que vai ter? Parabéns, são dois!"

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Quase gémeas...

Quem disse que 17 anos de diferença entre irmãs é muito tempo, estava redondamente enganado. Na verdade, às vezes parecem duas cópias, iguais como duas gotas de água. A B. pinta as unhas, a pequena T. também quer. A B. vai tomar café com as amigas, a T. chora e bate o pé quando a porta se fecha. A B . tem uma festa que dá direito a uma maior produção no visual e temos a T. sentada na bancada da casa de banho a pedir para pintar os olhos, para pôr colares  e ganchos. Não sei onde isto vai parar, mas se com 23 meses é assim, tenho que me preparar para quando, aos 5 anos, me disser que vai fazer um inter-Rail com o namorado! 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Delírios futebolísticos

A T. passa a correr pela sala, em frente à TV. No écran, imagens de uma manifestação. Volta rapidamente atras, olha e grita: "Porto!", seguindo depois o seu caminho. Vê-se que o irmão T. está a cumprir bem o seu papel e já temos cá em casa mais um dragão! 

Trapalhices

A pequena T. cada dia está mais despachada e integrada nas nossas rotinas. Participa em tudo, tudo é uma festa que só uma ou outra birra deixam antever um caráter forte (ufa!). Faz-se compreender na perfeição, apesar das   poucas palavras completas que diz. Além de pai e mãe, diz Bill, Paula, mala, colo, bolo e bola, avô, avó, meu e sai, que,  aliás, é aquilo que mais diz. Para além disto, há um sem fim de palavras que nós entendemos mas que qualquer outra pessoa terá que recorrer a um dicionário de "teresês". Passo a enumerar:
Tê- Teresa
Titi- Beatriz 
Má- Tomás
Acu ou aque ou whatever- Vasco
Pu- chupa ou qualquer guloseima
Cola- escola
Cola- Coca cola
Gu- iogurte
Ri- Rita
Tóio- António
Cauó-Carolina
Pê- Pedro
Uão- João
Todos os dias, novas palavras vão surgindo, mas basicamente estamos com este vocabulário já adquirido e perfeitamente consolidado. 
E como estimular a aquisição de novo vocabulário e incentivar a que se esforce por dizer as palavras corretamente? Primeiro, é necessário que falemos bem com ela, de forma pausada e sem "bebezices", que é aquilo que fazemos. Depois, motivá-la a ouvir histórias  com um vocabulário simples e adequadas à sua faixa etária e aos seus interesses, que é uma coisa que não lhe falta, porque há sempre alguém lá em casa disponível para " o momento do conto", além das historias da escola. As canções também dão uma ajuda e eu sou constantemente obrigada a por à prova os meus dotes vocais. Por fim, é necessário incentivar a criança a falar, "obrigá-la" a dizer o que pretende, sem nos anteciparmos aos seus desejos, para que ela procure expressar-se sem se sentir intimidada. Isto é também o que fazemos, sem grande sucesso, porque os gritos e os gestos sucedem-se e nada da miúda resolver dizer o que pretende...
Posto isto, resta-me dizer que parece que estamos a fazer tudo corretamente e que cada criança tem o seu ritmo de aprendizagem. A T. ainda está em "modo de absorção" e quando desatar a falar, não haverá quem a cale! 

domingo, 24 de novembro de 2013

Terna dança...

Ouço a voz de Frank Sinatra. Espreito o quarto dos meus rapazes e vejo o mano V. a dançar com a pequena T. ao som de New York, New York. Abraçados, enlaçados, com 17 anos pelo meio e tanta ternura de permeio. Fiquei com os olhos a brilhar e o coração mais quente...

sábado, 13 de julho de 2013

Tá louco?

O São Pedro, não precisavas de ter mandado água para nos refrescarmos...a  malta tem água em casa, ok?