segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Quando nasce um bebé, invariavelmente os progenitores se apressam a procurar descobrir com quem o seu rebento se parece. Por vezes essas semelhanças são  muito evidentes. Outras vezes, nem por isso. connosco não foi diferente. A B. era "a cara do avô", o V. era "igualzinha ao pai" e o T. não se parecia muito a ninguém e era mais parecido...consigo. Com a T. não foi diferente e assim que a vi, achei logo que era MESMO parecida com o pai. Perante a minha exclamação, ainda na sala de partos "é igual a ti!", o pai respondeu com um sorriso de indisfarçável orgulho na menina, nascida à sua imagem e semelhança! 
As visitas dos familiares e amigos foram revelando outros palpites, mas quase sempre ouvíamos que era parecida com o pai ou com a irmã. 

Fui então à caça de fotografias dos irmãos e com todos a achei parecida. A boca dava ares ao T. o rosto era da B. as sobrancelhas do V. Faltava, pois, aferir o grau de semelhança com o seu papá e aqui está ele, mais ou menos com o tamanho da T. 
O que acham?

fotografia.JPG

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Estamos de volta...





O inicio do ano letivo aproxima-se a passos largos do seu inicio. Talvez devido ao fato de estar a usufruir da minha licença de parentalidade, nem eu mesma me tinha dado conta de que a boa vida estava a terminar. 
 Os miúdos, especialmente o T. que é o mais contestatário, reclamam que as férias não deviam acabar já, que seca ir para a escola, porque é que as férias duram tão pouco. E depois de 3 meses a pastar no sofá, a dar uso à XBOX, com muitos mergulhos à mistura, lá vamos nós voltar à vidinha de sempre.
 Esperam-nos dias que começam com (muita) correria, sempre com medo de um telefonema da diretora de turma a informar que o T. se atrasou ao 1º tempo, medo dos gritos da B. que fica em transe se perde o autocarro, medo da lentidão e ausência de preocupação do V. que  não se preocupa muito se chega atrasado. 
 Este ano, a juntar às animadas manhãs, temos a T. que por enquanto é só sorrisos quando acorda e que só tem medo se o biberão não se aproxima a tempo do seu campo de visão.
 E sou obrigada a dar-lhes razão, quando dizem que este tempo passou a voar, tempo que eu meço pelas conquistas da T. que ontem não se virava e hoje já se vira, que não agarrava os brinquedos e hoje agarra-os e sorri para eles, que sorri para o cão quando o vê passar...
Têm razão, os filhotes grandes. O tempo também passou por eles! Eu não dei conta, mas passou e estamos de volta depois de mais uma férias que foram tempos de muitas aprendizagens, duraram muito mas passaram a voar. Assim seja!

Que medo...anunciaram que o homem vai anunciar o que há muito se anunciava. Aceitam-se apostas acerca do que aí vem...