domingo, 24 de novembro de 2013
Terna dança...
Ouço a voz de Frank Sinatra. Espreito o quarto dos meus rapazes e vejo o mano V. a dançar com a pequena T. ao som de New York, New York. Abraçados, enlaçados, com 17 anos pelo meio e tanta ternura de permeio. Fiquei com os olhos a brilhar e o coração mais quente...
sábado, 13 de julho de 2013
Tá louco?
O São Pedro, não precisavas de ter mandado água para nos refrescarmos...a malta tem água em casa, ok?
terça-feira, 25 de junho de 2013
Viva o verão!
Quando chega o verão e chegam os dias de praia, chega sempre cá em casa o dilema: ou acordo cedo, preparo-me para ir para a praia e fico à espera que a família entre no espirito da coisa 2h depois (e eu em stress) ou entro no relax, fico pronta quando ficar e vou à hora que conseguir. Salvo alguns dias, tenho optado pela segunda hipótese e os dias de praia são mais tranquilos. Do que nunca prescindi foi de um bom protetor solar e nunca os pequenos cá de casa se queixaram com queimaduras solares. Já desde que são crescidos e tem a mania que mandam e opinam em tudo...isso já é outra conversa!
Eu sou do tempo em que se fazia praia de manhãzinha e se cumpriam 3 horas de digestão, mas não existiam os protectores solares que hoje conhecemos. Assim sendo, nunca consegui cumprir os horários da praxe, mas cumpro todas as outras regras e a maior delas é aproveitar tudo o que o sol e o calor têm de bom.
E como nem todos os médicos são fundamentalistas e adaptam-se à realidade, leiam o blog que eu adoro, com opiniões sensatas nas quais eu me revejo. Por isso...venha o sol, venha o fim de semana e a praia que nos aguarde.
Bons mergulhos!
domingo, 23 de junho de 2013
Ganda onda
O baguinho de arroz não pode olhar para o mar, que ninguém a agarra. Só pára quando está nas ondas. Duvidam???
domingo, 16 de junho de 2013
Viva o turismo...mas só mais daqui a um bocadinho!
Detesto quando me sento numa esplanada (vazia) e de repente fico transparente. Ouço os empregados decidirem qual atende a minha mesa e vejo que continuam a arrumar as mesas ...as cadeiras...ao som da música que já toca. Ao balcão, vários empregados (4 ou 5) andam nos seus afazeres e um casal toma café ao balcão. Chamo o empregado ao fim de 10m e ele responde-me, com um ar incomodado, que "só mais um bocado, que ainda não estamos abertos!" Espera lá...a música toca, os clientes ao balcão bebem café mas ainda não estão abertos?! Resolvo ir ao balcão beber também o meu café, pode ser que lá seja atendida, mas antes vejo a licença do estabelecimento, que diz que o mesmo abre às abre às 10h, mas já são 10:35h. Reclamo pela situação e voltam a responder-me que ainda não estão abertos! Entretanto levo o meu café para a esplanada e lá, vejo os empregados passarem para as espreguiçadeiras de praia cheios de sumos de fruta...mas devem ter sido pedidos feitos ontem à noite...porque hoje ainda não estão abertos!!! Vou então pagar e perguntam-me se foi café tomado ao balcão ou na esplanada. Na esplanada, mas servido por mim, enquanto esperava que abrissem e já agora com empregados competentes e serviço bem organizado! Pois viva o turismo e o bom serviço dos nossos restaurantes...que felizmente não costumam ser assim.
sábado, 18 de maio de 2013
Orgulho de irmão...
Diz o T. " ó mãe, gosto tanto de ver a T. gatinhar pela casa fora. Tenho tanto orgulho na minha irmã! Ela é uma menina mesmo muito independente, não é mãe?" E eu pensei que sim, caso os três irmãos não andem sempre atrás dela, ,não lhe façam as vontadinhas todas e não a deixem contornar todos os obstáculos... Tirando isso...
domingo, 14 de abril de 2013
domingo, 31 de março de 2013
Temos que aprender com nuestros hermanos...
Em visita ao museu de Merida, eis quando nos deparamos com o fato de não pagarmos entrada por termos família numerosa. Assim, fácil, fácil, só precisámos mostrar o cartão de cidadão. Não deveríamos copiar esta ideia e incentivar o acesso à cultura, que sendo um "bem de primeira necessidade", fica difícil de alcançar quando multiplicados os ingressos por 5 ou 6 pessoas??? Era tão inteligente criarmos estas "necessidades" no nosso povo, esta fome de ver e conhecer que se deve semear desde o berço. Gostei de ver e aplaudo...de pé! Imitemos, por favor!
sábado, 23 de março de 2013
Debaixo da asa
O galo e a galinha desta capoeira já têm os pintos todos reunidos debaixo da asa. A princesa Beatriz já aterrou novamente na vida de sempre, cheia de novidades de Cabo Verde.
sábado, 16 de março de 2013
Os amigos
Hoje deixámos a B. no aeroporto, pronta para viver 1semana de alegria e boa disposição com os amigos de longa data e outros que se foram juntando pelo caminho. A excitação era muita, nao só dos filhos como dos pais também. Chegado o momento da separação, lá ficámos nós do lado de cá e isso trouxe-me outros momentos à lembrança...revi aquelas tardes em que os deixávamos do lado de lá, não da porta de embarque de um aeroporto, mas de um qualquer parque de diversões ou fun center de uma festa de aniversário, e nós, os pais do costume, ficávamos na conversa, esperando a chegada dos nossos pequenos, invariavelmente cansados mas com a alegria estampada no rosto. Isto aconteceu em muitas e muitas tardes, em que os amigos deles foram ficando mais próximos e os pais também. As relações estreitaram-se, algumas deram origem a grandes amizades enquanto a miudagem ia crescendo sem darmos conta. As festas tornaram-se noturnas, os pais já só os iam buscar a horas tardias e os hábitos foram mudando. Em 12 anos muda tanta coisa...Hoje, levámos os miúdos à "festa". Era grande a excitação, houve encontro com os amigos de todos os dias, e reencontro de amigos que tem pouco tempo para se encontrar. Os miúdos seguiram para a sua diversão e nós, em amena cavaqueira, seguimos para a mesa de um café que recordou outros tempos e outros lugares. Tive a sensação de já ter vivido momentos semelhantes e isso foi muito bom! Afinal "ainda" só se passaram 12 anos.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Quero morar num palácio!
Dava-me jeito morar num palácio tipo Mafra, onde os meus filhos não passassem nos mesmos corredores, onde no pequeno almoço estivessem sentados numa mesa com 20m de comprimento e em que os quartos fossem em alas opostas. Será que assim ainda discutiam????
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Girls just wanna have fun
Ontem foi um dia especial. Aproveitando uso pequenos momentos dm que o sol resolveu espreitar, as princesas da casa tiveram direito a um almoço just for girls. E que bom que foi. Enquanto a T. dormiu o almoço todo, eu e a B. pusemos a "escrita em dia", que nem sempre mãe e filha estão de bandeira branca a esvoaçar e os últimos tempos cá em casa têm sido revoltosos. Assinada a paz, aproveitamos a trégua que a chuva nos ofereceu e passeamos pelo lx factory, comemos uns crepes de courgette e um gelado de morango deliciosos e voltámos para casa com uma sensação tão, mas tão boa! Adoro estes programas de meninas e talvez no próximo a T. já queira participar! A anedota do dia, foi quando a funcionários do restaurante pediu desculpa por ter feito a conta junta, e eu lhe disse que pagaria as duas de qualquer maneira, pois éramos mãe e filha! A senhora bem queria acreditar, ou pelo menos assim fez parecer. É o que dá ter filhas com 17 anos de diferença :-). Cenas destas acontecem-nos muitas vezes e eu e a B acabamos a rir da situação. Girls just wanna have fun.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Já ia sendo tempo...
Finalmente a tosse deu tréguas, e uma semana depois, a pequena T. lá nos deixou dormir uma noite em paz. Depois das borbulhas e do incómodo da estranha doença "mãos, pés e boca", achei que a tosse tinha vindo para sempre. Ainda cá está, forte, chata, mas esta noite compadeceu-se connosco, depois de quase uma semana sem dormir. E o baguinho de arroz só despertou às 10.30. Yupiii!!!
E hoje estamos em festa. A princesa da casa faz 9 meses e como sempre, acordou em festa. Parabéns, bebé!
E hoje estamos em festa. A princesa da casa faz 9 meses e como sempre, acordou em festa. Parabéns, bebé!
domingo, 20 de janeiro de 2013
Cortámos o cordão umbilical
Este fim‑de‑semana separámos-nos da T. pela primeira vez. Cortámos o cordão umbilical, ficámos mais de 24h longe dela...e foi tão bom. Não acordámos com o seu palrar matutino, não lhe preparámos o biberão nem nos enroscámos com ela nos lençóis, quando sonolenta pedia umas meiguices pela manhã.
Desde que o baguinho de arroz chegou à nossa vida, eu penso na sequência dos dias como um A.T e um D.T . e constatei que desde que nasceu, poucas são as coisas que fazemos sem ela.
Os irmãos estão sempre prontos a ajudar e a prestar serviço de baby sitting quando queremos dar uma escapadinha rápida, de cinema e jantar. Para além disso, a T. tem vivido "colada" a nós, a participar intensamente nesta nossa família de 6.
Os irmãos, desde sempre ficaram a "acampar" em casa dos avós e dos tios e por isso estavam sempre de trouxa pronta para uma estadia fora de casa. Com a T. tem sido diferente e quem sabe mais tarde vai aceitar com relutância quando a quisermos "despachar" para casa de alguém. Ou, quem sabe, teremos que ir buscá-la em prantos a casa de alguma amiguinha, quando lá quiser dormir e ao deitar descobrir que não consegue ficar longe de casa. Espero que não. E que este tenha sido o primeiro de muitos fim‑de‑semana longe dos pais, por ótimos motivos. A ela, fazem-lhe muito bem os miminhos dos primos e dos tios...e os pais agradecem.
Desde que o baguinho de arroz chegou à nossa vida, eu penso na sequência dos dias como um A.T e um D.T . e constatei que desde que nasceu, poucas são as coisas que fazemos sem ela.
Os irmãos estão sempre prontos a ajudar e a prestar serviço de baby sitting quando queremos dar uma escapadinha rápida, de cinema e jantar. Para além disso, a T. tem vivido "colada" a nós, a participar intensamente nesta nossa família de 6.
Os irmãos, desde sempre ficaram a "acampar" em casa dos avós e dos tios e por isso estavam sempre de trouxa pronta para uma estadia fora de casa. Com a T. tem sido diferente e quem sabe mais tarde vai aceitar com relutância quando a quisermos "despachar" para casa de alguém. Ou, quem sabe, teremos que ir buscá-la em prantos a casa de alguma amiguinha, quando lá quiser dormir e ao deitar descobrir que não consegue ficar longe de casa. Espero que não. E que este tenha sido o primeiro de muitos fim‑de‑semana longe dos pais, por ótimos motivos. A ela, fazem-lhe muito bem os miminhos dos primos e dos tios...e os pais agradecem.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Contagem decrescente
Hoje, inicio do 2º período, foi dia de atendimento aos encarregados de educação no colégio dos miúdos. Uma manhã diferente, em que temos possibilidade de trocar ideias com os professores com que habitualmente não falamos durante o ano. Há 12 anos que para mim começa assim o 1º dia de aulas de janeiro. De repente, dei-me conta que esta foi a ultima vez que fui ouvir falar da B. e do seu aproveitamento, saber no que a podemos ajudar, quais as suas lacunas. E veio-me rapidamente à memória o primeiro dia de aulas dela e do seu irmão gémeo, os dois alegres e curiosos com aquele colégio imenso, tanto frenesim de crianças, adolescentes, professores, funcionários...
Passaram-se 12 anos, a faculdade está à porta e cada celebração e festa preparada neste ano, tem sabor de despedida, para ela e para mim. Tem também o sabor de vitoria, perante a certeza de termos escolhido um colégio fantástico onde estes 12 anos têm sido repletos de coisas tão boas. E tem o sabor doce de continuar a fazer parte daquela família, com o T. que permanecerá mais 3 anos e perante a perspetiva de entrada da T. daqui a mais alguns anos. Até lá, vou fazendo contagem decrescente aproveitando esta viagem com a minha adolescente finalista do 12º ano.
Passaram-se 12 anos, a faculdade está à porta e cada celebração e festa preparada neste ano, tem sabor de despedida, para ela e para mim. Tem também o sabor de vitoria, perante a certeza de termos escolhido um colégio fantástico onde estes 12 anos têm sido repletos de coisas tão boas. E tem o sabor doce de continuar a fazer parte daquela família, com o T. que permanecerá mais 3 anos e perante a perspetiva de entrada da T. daqui a mais alguns anos. Até lá, vou fazendo contagem decrescente aproveitando esta viagem com a minha adolescente finalista do 12º ano.
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