Este fim‑de‑semana separámos-nos da T. pela primeira vez. Cortámos o cordão umbilical, ficámos mais de 24h longe dela...e foi tão bom. Não acordámos com o seu palrar matutino, não lhe preparámos o biberão nem nos enroscámos com ela nos lençóis, quando sonolenta pedia umas meiguices pela manhã.
Desde que o baguinho de arroz chegou à nossa vida, eu penso na sequência dos dias como um A.T e um D.T . e constatei que desde que nasceu, poucas são as coisas que fazemos sem ela.
Os irmãos estão sempre prontos a ajudar e a prestar serviço de baby sitting quando queremos dar uma escapadinha rápida, de cinema e jantar. Para além disso, a T. tem vivido "colada" a nós, a participar intensamente nesta nossa família de 6.
Os irmãos, desde sempre ficaram a "acampar" em casa dos avós e dos tios e por isso estavam sempre de trouxa pronta para uma estadia fora de casa. Com a T. tem sido diferente e quem sabe mais tarde vai aceitar com relutância quando a quisermos "despachar" para casa de alguém. Ou, quem sabe, teremos que ir buscá-la em prantos a casa de alguma amiguinha, quando lá quiser dormir e ao deitar descobrir que não consegue ficar longe de casa. Espero que não. E que este tenha sido o primeiro de muitos fim‑de‑semana longe dos pais, por ótimos motivos. A ela, fazem-lhe muito bem os miminhos dos primos e dos tios...e os pais agradecem.
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